Impermeabilização no contexto da NBR 15575 – Norma de Desempenho

 

IBI – Instituto Brasileiro de Impermeabilização

Durabilidade garantida

Fundamental para assegurar vida útil e boas condições de uso para as edificações, a impermeabilização é importante para atender a Norma de Desempenho

Ao longo dos anos, alguns fatos permitiram que a consciência sobre a importância da impermeabilização crescesse no Brasil, respaldada pelo maior conhecimento disponível sobre o comportamento das estruturas e também pelo avanço da tecnologia, que permitiu o surgimento de múltiplos sistemas de impermeabilização adequados a diferentes aplicações. A fundação do IBI (Instituto Brasileiro de Impermeabilização), em 1975, e a criação do Comitê Brasileiro de Isolação Térmica e Impermeabilização (CB-22) da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) em 1968 foram decisivos nesse contexto.

Agora, a construção civil brasileira dá um novo salto com a entrada em vigor da nova versão da NBR 15.575 “Edificações habitacionais – Desempenho” em 2013 após amplo trabalho de discussão e revisões. Com foco direcionado para as necessidades dos usuários e em sintonia com o Código de Defesa do Consumidor, a norma brasileira exige que todos os sistemas que compõem os edifícios habitacionais (estrutura, cobertura, paredes de vedação, instalações prediais etc) atendam um nível mínimo de desempenho ao longo de uma vida útil determinada em projeto. Em outras palavras, significa garantir que os sistemas e componentes que integram os imóveis residenciais sejam especificados, projetados e executados visando assegurar durabilidade e condições adequadas de uso e ocupação.

Atender às exigências da NBR 15.575 demanda novas práticas nas etapas de projeto, seleção de materiais e sistemas construtivos, escolha de fornecedores, execução das obras e gestão de uso e manutenção. A norma define claramente o papel de construtores, incorporadores, projetistas e usuários na construção e conservação dos imóveis.

A impermeabilização, que é um recurso importante para assegurar a durabilidade das estruturas e a salubridade das edificações, passa a ter um papel ainda mais relevante. Afinal, ela é capaz de proteger as estruturas contra a ação nociva da água e da umidade que aceleram a deterioração e comprometem as condições de uso e de higiene das edificações.

O controle apropriado da umidade em uma construção é chave para evitar manifestações patológicas que abreviam a vida útil das estruturas, impedem o uso pleno das edificações, geram custos adicionais e reduzem o valor dos imóveis. Apesar disso, a impermeabilização muitas vezes é negligenciada pela falta de cultura no país de privilegiar a prevenção de problemas construtivos, em vez de contornar suas consequências posteriores. Com a entrada em vigor da nova Norma de Desempenho, a expectativa é a de que isso se inverta.

A impermeabilização na NBR 15.575

A NBR 15.575 estabelece requisitos mínimos a serem atendidos pelas edificações habitacionais, incluindo métodos de avaliação de desempenho. Na parte 1 “Requisitos Gerais”, por exemplo, a norma estabelece que a edificação deve ser estanque às fontes de umidades externas, provenientes da água de chuva e da umidade do solo e do lençol freático.

O texto estabelece, ainda, que os projetos habitacionais devem prevenir a infiltração da água de chuva e da umidade do solo, com a impermeabilização de fundações e pisos em contato com o solo, porões e subsolos, jardins contíguos às fachadas e quaisquer paredes em contato com umidade ascendente.

No capítulo que trata especificamente sobre os pisos, a norma exige, entre outros requisitos, a estanqueidade do revestimento (independente de sua tipologia) quando em contato com a umidade ascendente. O texto também é claro ao estipular que os pisos de áreas molhadas (como em banheiro com chuveiro e áreas descobertas) não podem permitir o surgimento de umidade.

Também no capítulo que trata dos sistemas de cobertura (telhados e afins), a exigência de estanqueidade à água da chuva está presente. O texto define critérios de aceitação de sistemas de cobertura impermeabilizados, que precisam passar por testes de lâmina d’ água por no mínimo 72 horas.

Esse tipo de exigência tende a ser mais um estímulo para que o trabalho de impermeabilização tenha como base um projeto/especificação técnica e seja feito por empresa capacitada, que empregue produtos normalizados. Para atender a norma não basta aplicar qualquer impermeabilizante. É preciso utilizar, de forma apropriada, a técnica e os produtos mais adequados a cada caso.



Impermeabilização no contexto da NBR 15575 – Norma de Desempenho

 

IBI – Instituto Brasileiro de Impermeabilização

Durabilidade garantida

Fundamental para assegurar vida útil e boas condições de uso para as edificações, a impermeabilização é importante para atender a Norma de Desempenho

Ao longo dos anos, alguns fatos permitiram que a consciência sobre a importância da impermeabilização crescesse no Brasil, respaldada pelo maior conhecimento disponível sobre o comportamento das estruturas e também pelo avanço da tecnologia, que permitiu o surgimento de múltiplos sistemas de impermeabilização adequados a diferentes aplicações. A fundação do IBI (Instituto Brasileiro de Impermeabilização), em 1975, e a criação do Comitê Brasileiro de Isolação Térmica e Impermeabilização (CB-22) da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) em 1968 foram decisivos nesse contexto.

Agora, a construção civil brasileira dá um novo salto com a entrada em vigor da nova versão da NBR 15.575 “Edificações habitacionais – Desempenho” em 2013 após amplo trabalho de discussão e revisões. Com foco direcionado para as necessidades dos usuários e em sintonia com o Código de Defesa do Consumidor, a norma brasileira exige que todos os sistemas que compõem os edifícios habitacionais (estrutura, cobertura, paredes de vedação, instalações prediais etc) atendam um nível mínimo de desempenho ao longo de uma vida útil determinada em projeto. Em outras palavras, significa garantir que os sistemas e componentes que integram os imóveis residenciais sejam especificados, projetados e executados visando assegurar durabilidade e condições adequadas de uso e ocupação.

Atender às exigências da NBR 15.575 demanda novas práticas nas etapas de projeto, seleção de materiais e sistemas construtivos, escolha de fornecedores, execução das obras e gestão de uso e manutenção. A norma define claramente o papel de construtores, incorporadores, projetistas e usuários na construção e conservação dos imóveis.

A impermeabilização, que é um recurso importante para assegurar a durabilidade das estruturas e a salubridade das edificações, passa a ter um papel ainda mais relevante. Afinal, ela é capaz de proteger as estruturas contra a ação nociva da água e da umidade que aceleram a deterioração e comprometem as condições de uso e de higiene das edificações.

O controle apropriado da umidade em uma construção é chave para evitar manifestações patológicas que abreviam a vida útil das estruturas, impedem o uso pleno das edificações, geram custos adicionais e reduzem o valor dos imóveis. Apesar disso, a impermeabilização muitas vezes é negligenciada pela falta de cultura no país de privilegiar a prevenção de problemas construtivos, em vez de contornar suas consequências posteriores. Com a entrada em vigor da nova Norma de Desempenho, a expectativa é a de que isso se inverta.

A impermeabilização na NBR 15.575

A NBR 15.575 estabelece requisitos mínimos a serem atendidos pelas edificações habitacionais, incluindo métodos de avaliação de desempenho. Na parte 1 “Requisitos Gerais”, por exemplo, a norma estabelece que a edificação deve ser estanque às fontes de umidades externas, provenientes da água de chuva e da umidade do solo e do lençol freático.

O texto estabelece, ainda, que os projetos habitacionais devem prevenir a infiltração da água de chuva e da umidade do solo, com a impermeabilização de fundações e pisos em contato com o solo, porões e subsolos, jardins contíguos às fachadas e quaisquer paredes em contato com umidade ascendente.

No capítulo que trata especificamente sobre os pisos, a norma exige, entre outros requisitos, a estanqueidade do revestimento (independente de sua tipologia) quando em contato com a umidade ascendente. O texto também é claro ao estipular que os pisos de áreas molhadas (como em banheiro com chuveiro e áreas descobertas) não podem permitir o surgimento de umidade.

Também no capítulo que trata dos sistemas de cobertura (telhados e afins), a exigência de estanqueidade à água da chuva está presente. O texto define critérios de aceitação de sistemas de cobertura impermeabilizados, que precisam passar por testes de lâmina d’ água por no mínimo 72 horas.

Esse tipo de exigência tende a ser mais um estímulo para que o trabalho de impermeabilização tenha como base um projeto/especificação técnica e seja feito por empresa capacitada, que empregue produtos normalizados. Para atender a norma não basta aplicar qualquer impermeabilizante. É preciso utilizar, de forma apropriada, a técnica e os produtos mais adequados a cada caso.



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