Modernização da Construção Civil - A saída para a Crise

22/10/2008

A Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) divulgou, na última segunda-feira (6), um estudo que propõe modernizar o setor da Construção Civil.

Afinal, o ramo é considerado pelo presidente do BNDES ( Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico), Luciano Coutinho, como um dos setores que mais estimula o desempenho da economia brasileira.

Para se ter uma noção, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o setor cresceu 10% no primeiro semestre deste ano, frente ao mesmo período de 2007.

“Em um momento de crise, alguns setores necessitam de maior atenção para driblar os impactos da crise norte-americana no Brasil. Temos que focar neste setor, pois todo o desenvolvimento do País passa pela Construção Civil”, destacou Coutinho, durante lançamento do documento.

Conteúdo do documento

O Caderno Técnico - Proposta de Política Industrial para a Construção Civil - Edificações, nome oficial do documento, traz cinco propostas para modernização e industrialização do setor: marco regulatório, revisão tributária, capacitação, inclusão de TI e inovação tecnológica.

A Fiesp ainda sugere ao menos uma medida prioritária dentro de cada proposta, que são:

  • Marco regulatório que direcione o setor à industrialização;
  • Definição de novos componentes na classificação de produtos e respectivas alíquotas, beneficiando os de maior valor agregado;
  • Fomento da qualificação de mão-de-obra;
  • Desenvolvimento de produtos sistêmicos e modulares;
  • Difusão de produtos sistêmicos e modulares.

Prioridade

Para o diretor do Departamento da Construção Civil (Deconcic) da Fiesp, José Carlos de Oliveira Lima, as propostas são pontos prioritários à PDP (Política de Desenvolvimento Produtivo), lançada pelo governo federal em maio de 2008.

“Desde o final da década de 1990, o setor iniciou um processo de renovação. Entretanto, em face do enorme déficit habitacional e de infra-estrutura precisamos de uma profunda reestruturação para atender a demanda de crescimento do país”, ressaltou o direto e também responsável pelo estudo.

Fonte InfoMoney



Modernização da Construção Civil - A saída para a Crise

22/10/2008

A Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) divulgou, na última segunda-feira (6), um estudo que propõe modernizar o setor da Construção Civil.

Afinal, o ramo é considerado pelo presidente do BNDES ( Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico), Luciano Coutinho, como um dos setores que mais estimula o desempenho da economia brasileira.

Para se ter uma noção, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o setor cresceu 10% no primeiro semestre deste ano, frente ao mesmo período de 2007.

“Em um momento de crise, alguns setores necessitam de maior atenção para driblar os impactos da crise norte-americana no Brasil. Temos que focar neste setor, pois todo o desenvolvimento do País passa pela Construção Civil”, destacou Coutinho, durante lançamento do documento.

Conteúdo do documento

O Caderno Técnico - Proposta de Política Industrial para a Construção Civil - Edificações, nome oficial do documento, traz cinco propostas para modernização e industrialização do setor: marco regulatório, revisão tributária, capacitação, inclusão de TI e inovação tecnológica.

A Fiesp ainda sugere ao menos uma medida prioritária dentro de cada proposta, que são:

  • Marco regulatório que direcione o setor à industrialização;
  • Definição de novos componentes na classificação de produtos e respectivas alíquotas, beneficiando os de maior valor agregado;
  • Fomento da qualificação de mão-de-obra;
  • Desenvolvimento de produtos sistêmicos e modulares;
  • Difusão de produtos sistêmicos e modulares.

Prioridade

Para o diretor do Departamento da Construção Civil (Deconcic) da Fiesp, José Carlos de Oliveira Lima, as propostas são pontos prioritários à PDP (Política de Desenvolvimento Produtivo), lançada pelo governo federal em maio de 2008.

“Desde o final da década de 1990, o setor iniciou um processo de renovação. Entretanto, em face do enorme déficit habitacional e de infra-estrutura precisamos de uma profunda reestruturação para atender a demanda de crescimento do país”, ressaltou o direto e também responsável pelo estudo.

Fonte InfoMoney



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