A relação de Cláudio Ourives com o Instituto Brasileiro de Impermeabilização vem de diferentes ciclos. Depois de atuar na Vice-Presidência de Marketing, ele passa a integrar a gestão como VP Administrativo/Financeiro, função que amplia sua perspectiva sobre os caminhos necessários para consolidar as iniciativas da entidade.
Engenheiro civil pela FAAP, com MBA em Marketing pela ESPM e MBA Executivo pela FIA/SP, Cláudio é diretor executivo e sócio da Penetron Brasil desde 2007. Sua trajetória profissional soma mais de duas décadas de atuação em indústrias químicas voltadas à construção.
Essa vivência, aliada à participação no IBI, contribuiu para formar uma visão abrangente sobre os desafios da cadeia. Para Cláudio, o Instituto tem desempenhado um papel importante na conscientização das construtoras sobre a relevância da impermeabilização, reunindo conhecimento técnico e profissionais de diferentes áreas. Agora, o desafio é fazer esse conteúdo chegar a um público ainda maior e a novas regiões.
“O IBI precisa levar todo esse conhecimento e comunicação para mais construtoras e em outras regiões.”
Planejamento para sustentar novos projetos
A mudança de área dentro do IBI também aproxima dois campos que Cláudio conhece bem: comunicação e planejamento. A experiência anterior em Marketing ajudou a evidenciar a importância de definir objetivos, prazos e prioridades para cada iniciativa. Na nova função, esse olhar se traduz em planejamento financeiro, previsão de fluxo de caixa e organização dos recursos necessários para colocar os projetos em prática.
Cursos, eventos, acompanhamento de normas técnicas e produção de conteúdo estão entre as entregas que fazem parte do compromisso da entidade com seus associados e com o mercado. Para viabilizá-las de maneira consistente, é necessário que as decisões estratégicas estejam acompanhadas de uma estrutura financeira capaz de suportá-las.
“Para o financeiro é importante que as ações sejam definidas com objetivos e prazos para previsibilidade no fluxo de caixa.”
Segundo Cláudio, esse trabalho segue o planejamento estabelecido pelo Conselho e conta com a participação da equipe interna, do escritório de contabilidade e da auditoria externa. Como instituição sem fins lucrativos, o IBI precisa administrar seus recursos de forma responsável, mantendo o foco nas iniciativas que geram valor para a cadeia.
Valorização desde o projeto
Entre as questões que considera prioritárias está a necessidade de aproximar mais construtoras do debate sobre impermeabilização. Na prática, isso significa fortalecer a percepção de que esse cuidado deve ser considerado desde a concepção dos projetos e permanecer como parte importante das decisões durante a execução das obras. Para Cláudio, quando essa compreensão se consolida entre construtores e compradores, os efeitos se estendem aos demais profissionais envolvidos.
Projetistas, aplicadores, fabricantes e outros integrantes da cadeia também se beneficiam quando a qualidade das soluções e o desempenho das edificações passam a ocupar um espaço maior nas decisões. É justamente essa visão integrada que orienta sua participação no novo ciclo do IBI.
Renovação para acompanhar as transformações
A chegada de novos conselheiros também é vista por Cláudio como uma oportunidade para incorporar diferentes perspectivas e acompanhar as mudanças do mercado. Para ele, a alternância de profissionais e gerações contribui para manter o Instituto conectado a um cenário que se transforma rapidamente.
“O mundo muda tão rápido hoje e precisamos dessas alternâncias e até de gerações para acompanhar o momento.”
É nesse contexto que Cláudio pretende contribuir nos próximos anos: apoiando decisões que favoreçam o desenvolvimento da cadeia, incentivem a participação de novos associados e reforcem a qualidade e o desempenho das soluções de impermeabilização. Entre as prioridades, estão a aproximação com construtoras e aplicadores e a construção de um ambiente cada vez mais inclusivo e atrativo para os diferentes públicos ligados à atividade.
Mais do que assumir uma nova posição, o movimento representa a continuidade de uma trajetória dentro do IBI, agora sob a perspectiva de quem conhece os desafios do mercado e também os bastidores necessários para transformar o planejamento em ação.







